Morte de mulher registrada há dois anos no Oeste foi feminicídio e não suicídio, diz polícia

A morte de uma mulher de 34 anos, ocorrida em dezembro de 2023 no interior de Jupiá, no Oeste catarinense, foi resultado de feminicídio, e não de suicídio, conforme conclusão divulgada pela Polícia Civil. 

O companheiro da vítima, um homem de 37 anos, foi detido preventivamente na noite desta sexta-feira, dia 13.

O caso passou por apuração ao longo de mais de dois anos. A mulher foi encontrada sem vida no banheiro da residência. Apesar de, naquele momento, a situação ter sido tratada como suicídio, a análise posterior indicou que houve uma morte provocada, acompanhada de uma encenação elaborada para confundir os fatos.

Conforme a reconstituição realizada, o homem teria desligado o sistema de monitoramento da casa poucos minutos depois de chegar com a vítima, numa tentativa de eliminar possíveis registros da agressão.

A conclusão foi baseada em uma série de exames e análises, incluindo avaliações no corpo, testes laboratoriais e verificação de materiais digitais, que apontaram alteração de informações e comportamento controlador por parte do suspeito. Também foram reunidos 24 relatos de pessoas ligadas ao convívio do casal. O filho da vítima, uma criança, foi ouvido com acompanhamento especializado e dentro de protocolos de proteção.

Os levantamentos ainda indicaram um histórico de violência doméstica marcado por ciúmes excessivos e ameaças, o que confrontou as diferentes versões apresentadas pelo homem.

Diante das provas, a polícia indiciou o investigado por homicídio qualificado — por motivo fútil, emprego de asfixia, impossibilidade de defesa e feminicídio — além do crime de fraude processual.

A conclusão foi baseada em uma série de exames e análises, incluindo avaliações no corpo, testes laboratoriais e verificação de materiais digitais, que apontaram alteração de informações e comportamento controlador por parte do suspeito. Também foram reunidos 24 relatos de pessoas ligadas ao convívio do casal. O filho da vítima, uma criança, foi ouvido com acompanhamento especializado e dentro de protocolos de proteção.

Os levantamentos ainda indicaram um histórico de violência doméstica marcado por ciúmes excessivos e ameaças, o que confrontou as diferentes versões apresentadas pelo homem.

Diante das provas, a polícia indiciou o investigado por homicídio qualificado — por motivo fútil, emprego de asfixia, impossibilidade de defesa e feminicídio — além do crime de fraude processual.

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